Papa pede que pensemos nos mártires de hoje quando reclamamos porque falta algo.

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Nós que temos tudo e “se nos falta alguma coisa reclamamos”, pensemos nos cristãos perseguidos e assassinados por sua fé, que atualmente morrem em um número maior do que nos primeiros séculos, mas que, para a mídia, “não é notícia”, expressou o Papa Francisco durante a Missa celebrada na manhã de hoje na Casa Santa Marta.

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Atenção: versão falsa e satânica da Medalha Milagrosa continua sendo espalhada.

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Além das muito divulgadas versões satânicas dos terços, grupos organizados contra a Igreja têm produzido e difundido uma versão falsa e satânica da Medalha Milagrosa que Nossa Senhora nos deu através das aparições a Santa Catarina Labouré, no ano de 1830, em Paris.

Lamentavelmente, a falsa versão é muito divulgada e pode ser encontrada com facilidade em lojas católicas desavisadas.

A medalha falsa se distingue da original em vários elementos:

1) As estrelas não têm 5 pontas, mas 6.

2) O ‘M’ não está em posição reta, mas inclinada.

3) A cruz e o ‘M’ se cruzam de maneira oposta ao modo original.

4) Sobre os corações aparece de forma camuflada, como se fossem espinhos, o símbolo maçônico do compasso e da régua.

5) A espada do Coração de Maria, em vez de atravessar o Coração, está atrás dele.

6) A cruz tem forma estranha em seus braços, que não são retos nas partes finais: aparecem pontas ao final de cada lado da cruz.

7) Uma estrela com 6 pontas aparece sobre a cruz; na medalha original não há nenhuma estrela sobre ela, mas sim duas estrelas que aparecem em cada um dos lados superiores da cruz. O mesmo se nota na parte inferior da medalha.

 

MEDALHA VERDADEIRA:

 

MEDALHA FALSA:

Fonte: Informação Católica 

Como o papa Francisco deverá resolver o “problema do celibato”?

Noticias, Papa, Religião

Eu sou um padre católico casado.

Já fui ministro anglicano. Recebi a ordenação sacerdotal católica graças à provisão pastoral criada por São João Paulo II para permitir que ex-ministros protestantes casados fossem dispensados do voto de celibato a fim de se ordenarem na Igreja católica.

Muitas pessoas acham que a permissão de casamento para os padres resolverá a crise das vocações sacerdotais. Pode até ajudar, mas não será, necessariamente, a solução mágica. Permitir que homens casados sejam ordenados trará tantos problemas novos quantas soluções de problemas velhos. Para começar, a Igreja terá que avaliar muito bem se tem condições de sustentar padres casados e suas famílias. Uma fonte confiável no Vaticano me disse, em conversa privada, que, quando a questão dos padres casados é discutida, são os bispos das igrejas de rito oriental, que permitem o casamento do clero, os que na maioria das vezes mais desaconselham a mudança desta disciplina.

Num artigo publicado recentemente pela mídia, afirmou-se que o papa Francisco teria prometido “resolver o problema do celibato”. Esta declaração, por si só, já levanta uma série de perguntas. Em primeiro lugar, o que viria a ser esse “problema do celibato”? O celibato já seria em si mesmo um problema? Se a maioria dos padres católicos prometeu e viveu o celibato ao longo dos últimos mil anos, não parece que ele seja um problema tão grande a ponto de precisar de urgente reforma. É claro que existem os críticos do celibato. O ex-monge Richard Sipe, por exemplo, escreveu um contundente questionamento do celibato. O mesmo foi feito pelo dissidente católico Donald Cozzens. Enquanto isso, o padre anglicano Ray Ryland, convertido, escreveu em forte defesa tanto do celibato dos sacerdotes quanto da continência perfeita dos padres já casados (ou seja, da abstenção de todas as relações sexuais).

A primeira pergunta a ser feita, portanto, é esta: o que é esse “problema do celibato?”. Existem muitas pressões contra o celibato em nossa sociedade altamente sexualizada. O acesso e a aceitabilidade do “sexo livre” faz com que o celibato pareça muito estranho neste contexto. Além disso, com a diminuição das vocações sacerdotais, mais sacerdotes vivem o peso crescente da solidão; e com a expectativa de vida aumentando, a perspectiva de um voto de celibato pelo resto da vida se torna uma dificuldade maior ainda. O celibato, em si, pode não ser um problema urgente, mas é certamente verdade que a observância do celibato é muitas vezes bem desafiadora.

E como poderia o papa Francisco “resolver o problema do celibato”?

Poderia não ser mediante a instantânea permissão para que os padres se casem, tal como muita gente imagina. Um jeito de resolver o “problema do celibato” é encontrar novas maneiras de suavizar alguns desafios da sua observância. Onde existem poucos sacerdotes, por exemplo, a diocese poderia juntar paróquias em grupos e pedir que os sacerdotes morassem em comunidade, em alguma casa central. Poderiam também ser criadas novas ordens religiosas de padres, para ajudar a resolver os problemas ligados à prática do celibato. Além disso, as fraternidades já existentes de sacerdotes poderiam ser encorajadas e fortalecidas.

Quem estudou o assunto concorda que o celibato escolhido livremente pode ser um complemento maravilhoso do ministério sacerdotal. Já a aceitação relutante do celibato pode ser um fardo para o próprio ministério. Assim, poderiam ser tomadas outras medidas voltadas a valorizar e fortalecer a disciplina do celibato livremente escolhido em vez de aboli-la só porque a sua prática é difícil. Poderíamos também nos perguntar se o voto do celibato perpétuo precisa ser feito junto com a ordenação. Será que o voto de celibato não pode ser separado do processo de ordenação como tal?

Nas ordens monásticas, o homem e a mulher passam por um longo processo antes de fazer um voto perpétuo. Primeiro, eles são postulantes. Depois, noviços. A seguir, fazem votos simples, que podem durar cinco anos. Na sequência, podem renovar esses votos simples. E só depois deste longo processo de discernimento é que eles se comprometem com os votos solenes, vinculativos para toda a vida. Um processo semelhante poderia ser concebido para o celibato. O voto poderia ser de cinco anos. Sob a orientação de um superior, o homem poderia ser liberado da observância desse voto e começar um relacionamento casto, que poderia levá-lo, finalmente, ao casamento.

Se acontecer uma mudança, é mais provável que a Igreja latina adote a disciplina ortodoxa, em que os padres não podem se casar, mas homens casados podem ser ordenados. Em outras palavras: os sacerdotes celibatários permaneceriam solteiros, mas homens já casados poderiam passar a ser admitidos à ordenação. Esta prática estaria de acordo com o Novo Testamento: São Paulo recomenda que os seus discípulos “permaneçam como ele” (solteiro), mas permite que homens casados sejam ordenados padres.

O papa poderia permitir, nessa hipótese, que homens mais velhos, já casados, fossem ordenados. Com a expectativa de vida aumentando, os homens que estão na sua segunda metade da vida poderiam oferecer ainda muitos anos de serviço à Igreja. Seus filhos já seriam adultos e teriam que estar comprovadamente casados. O problema desta possibilidade é que poderia haver uma escassez de sacerdotes jovens: os homens com vocação sacerdotal prefeririam, talvez, casar e formar uma família e deixar a ordenação para mais tarde.

O papa também poderia abrir a discussão sobre a disciplina e deixar que os bispos locais decidissem. Permitir que homens casados mais velhos fossem ordenados poderia ser uma medida prudente em algumas partes do mundo, mas não em outras. Ao deixar as conferências locais decidirem, o papa daria poder às igrejas locais para agirem na oração e pastoralmente, a fim de garantir os sacramentos ao povo de Deus.

Pe. Dwight Longenecker

Fonte : Informação Católica 

Kardec e Chico Xavier dizem que Jesus NÃO é Deus

Religião

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Se você é daquele tipo de católico que no domingo vai à missa, mas quando tem algum problema corre pro centro espírita, este post é pra você. Se você acredita que Jesus Cristo é Deus, é impossível que, ao final deste texto, continue buscando o conselho de fantasminhas.

Se uma pessoa se declara cristã, qual palavra deve ter mais peso para ela? A palavra dos Apóstolos Pedro, João e Paulo, registrada na Bíblia, ou a palavra de Allan Kardec e Chico Xavier?

Essa pergunta é central, porque o que os Apóstolos dizem sobre Jesus conflita com o que os amigos de Gasparzinho dizem. São Pedro, São João Evangelista, São Tomé e São Paulo dizem com todas as letras que JESUS É DEUS. Já Kardec e Chico Xavier negam essa Revelação. São ensinamentos opostos, certo?

Então, de uma vez por todas, entenda: quando um espírita fala de Jesus, ele NÃO está falando do mesmo Jesus da Bíblia. Ele está falando do Jesus inventado pela crença espírita, que é um mero “espírito evoluído”. E, não sendo Deus, suas palavras não têm valor definitivo, podem ser relativizadas – e foi exatamente isso que Kardec fez em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

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QUEM PEDRO, JOÃO, TOMÉ E PAULO DIZIAM SER JESUS:

“…pela justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pedro 1,1)

“…e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus.” (João 1,1)

“Meu Senhor e meu Deus!” (João 20, 28)

“… nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tito 2,13)

QUEM KARDEC DIZIA SER JESUS:

“Se Jesus, ao morrer, entrega sua alma às mãos de Deus, é que ele tinha uma alma distinta de Deus, submissa a Deus. Logo, ele não era Deus”.

“…é que ele não é Deus, mas, apenas, seu enviado, seu messias e seu subordinado.”

– Obras Póstumas. Estudo sobre a natureza do Cristo, ponto III. Edição da FEB

QUEM CHICO XAVIER DIZIA SER JESUS:

“Do que posso pessoalmente compreender, dos ensinamentos dos espíritos amigos,consideramos Jesus Cristo como sendo espírito de evolução suprema, em confronto com a evolução dos chamados terrícolas que somos nós outros. Não o senhor do sistema solar, com todo o respeito que temos à personalidade sublime de Jesus, mas consideramo-lo como supremo orientador da evolução moral do planeta.”

“…um grande engenheiro, de mente quase divina (…). Mas não consideramos Jesus como criador, conquanto o respeito que lhe devemos.”

– Na Era do Espírito: 2º livro da série. Capítulo “Como consideramos Jesus”. Entrevista a J. Herculano Pires

xavier_jesusOs católicos adoram Jesus como o Senhor do Universo. Porém, Chico Xavier diz que Cristo não é nem mesmo senhor do sistema solar… quanto mais do Universo!

“Noffa, será que isso é verdade meismu? Naum pode sê…”. Amiguinhos, as fontes estão citadas. O Google tá aí, para quem quiser conferir os textos e seus contextos.

Recapitulando… Já provamos aqui que Chico Xavier, em dois de seus livros, demonizou o papado, difamou Santo Inácio de Loyola, desprezou a adoração eucarística e atacou a crença na Santíssima Trindade. Agora, mostramos que o sujeito também negava que Jesus é Deus.

Aí vem a pergunta: por que raios muitos católicos incensam esse cara como santo?

É simples. Os textos de Xavier que atacam frontalmente o catolicismo são jogados para debaixo do tapete pelas lideranças espíritas. A estratégia é evitar a indignação e a rejeição dos católicos. Isso explica a razão de até mesmo muitos frequentadores assíduos de centros espíritas desconhecerem esses conteúdos.

“Jesus, a porta. Kardec, a chave”, escreveu Chico Xavier (“Opinião espírita. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz”. Cap. 2, item 4). O médium de Uberaba via o cristianismo pela lente embaçada de Kardec, que não era cristão, mas apenas um gnóstico racista.

As cartas estão na mesa, amigo católico ectoplasmiano! Seja honesto intelectualmente, tenha coragem de sair de cima do muro! Faça a sua escolha. Ou você é filho da Igreja Católica, ou você é ovelhinha de alma desencarnada.

Fonte: O catequista

Espirito Santo,fogo interior doador de vida e Pai dos pobres.

Espiritualidade

“Mas recebereis uma força, a do Espírito Santo que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e a Samaria, e até os confins da terra” (At 1,8)

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Por ocasião da semana teológica que estou organizando em minha fraternidade religiosa, quero esboçar alguns pontos acerca dessa força de Deus que identificamos como o Espírito Santo, tema das reflexões. De início quero com toda franqueza tentar escrever a partir da minha experiência, do meu “locus theologicus”, daquilo que tenho vivenciado e aprendido durante meus estudos. Na verdade, aprendido para poder entender que o Espírito está na vida, na história, e não somente em nossas elucubrações.

Este pequeno versículo nos traz algumas reflexões importantes. A primeira delas: o E.S.  é uma força vinda do alto que vem sobre nós com ímpeto. Isso de pronto já nos revela sua característica, ela é dinâmica, é arrebatadora, é impulsionante. Daí entendermos a necessidade de uma Igreja repleta do E.S que não se fecha, mas antes sai em direção aos outros, à realidade. Daí entendermos que quando nossas estruturas pessoais, sociais, estão muito paradas, estaremos num caminho perigoso. O que vem do alto causa terremoto, estrondo, abalo, porque vem com força e não deixa a realidade do mesmo jeito.

O Espírito nos torna testemunhas. Ouçam! Uma afirmação clara que esconde uma dimensão profunda. Nos torna capazes de sermos testemunhas de Cristo Jesus diante das variadas situações, nos coloca em sintonia com os ensinamentos daquele que passou por este mundo há vários séculos. Nos capacita para vivermos com intensidade a vida e os ensinamentos dele, ou seja, da sua capacidade de acolher, de amar, de enfrentar a vida com coragem, sua capacidade de rezar ao Pai e sua luta por um mundo melhor. Que dom maravilhoso! Ele nos devolve a vida verdadeira!

Por isso, finalizo aqui declarando que Deus nunca nos desampara, que Ele nunca se cansa de nos oferecer chances de viver bem, de seguir seus ensinamentos. Mas podemos nos perguntar: me ajudar a viver a Lei? Me ajudar a me parecer com Cristo? Será que consigo isso um dia? A resposta é sim. Porque seguiremos a Cristo não imitando o que ele fez, daquela mesma forma. Somos chamados a seguir o Cristo no hoje de nossa história, somos chamados a ser testemunhas com uma coerência com a vida cristã e com a caminhada de nosso tempo. Quem sabe o Espírito não dá um “jeitinho” para vir entre nós e nos ajudar a mudar nosso país? Acho que ele sempre age, mas nosso barulho e nossa correria é tanta que não o percebemos com muita clareza.      

Frei Felipe Trindade OFM