A origem da medalha de São Bento

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É impossível fixar com precisão a época em que se começou a usar a medalha de São Bento, mas podemos determinar as circunstâncias que ajudaram sua propagação.

Em 1647, em Nattremberg, na Alemanha, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram presas por ordem da autoridade pública.

Na instrução do processo, eles declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares que estivesse presente a imagem da Santa Cruz; acrescentaram que nunca tinham conseguido exercer poder algum contra a abadia de Metten, de onde concluíram que tal impotência se devia a alguma Cruz que protegia aquele mosteiro.

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Hoje celebra-se São Cosme e São Damião, gêmeos mártires e padroeiros dos médicos.

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Neste dia 26 de setembro, a Igreja celebra os mártires Cosme e Damião, irmãos gêmeos que, junto com São Lucas, são os padroeiros dos médicos católicos.

No Oriente, são chamados “os não cobradores”, porque exerciam a medicina sem cobrar nada aos pacientes pobres. A única coisa que pediam aos pacientes era que lhes permitissem falar por alguns minutos a respeito de Jesus Cristo e de seu Evangelho.

Lisias, o governador de Cilícia, desgostou-se muito porque estes dois irmãos propagavam efetivamente o cristianismo. Tentou inutilmente que deixassem de pregar e, como não conseguiu, mandou atirá-los ao mar. Mas, uma onda gigantesca os levou sãs e salvos à margem.

Então, o governador mandou que fossem queimados vivos, mas as chamas não os tocaram e, em troca, queimaram aos verdugos pagãos que queriam atormentá-los. O mandatário pagão mandou que lhes cortassem a cabeça. Finalmente, derramaram seu sangue por proclamar o amor ao Divino Salvador.

Junto ao túmulo dos dois irmãos gêmeos começou a realizar-se milagrosas curas. O imperador Justiniano de Constantinopla, padecendo de uma grave enfermidade, encomendou-se a estes dois santos mártires e foi curado inexplicavelmente.

São Cosme e Damião também são padroeiros dos cirurgiões, farmacêuticos, dentistas e faculdades de medicina.

 

Fonte: Acidigital

3 santos que – provavelmente – tinham dificuldades de aprendizagem

Religião, santos

…o que não os impediu de ser santos!

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Em seu livro “The Shepherd Who Didn’t Run” (“O pastor que não fugiu”, em livre tradução do título ainda sem versão em português), sobre a vida de pe. Stanley Rother, primeiro mártir declarado dos Estados Unidos, María Ruiz Scaperlanda descreve como a fraca escolaridade quase inviabilizou a ordenação sacerdotal de Rother – possivelmente, ele tinha deficiência de aprendizagem.

Quem sorri assim no momento da sua morte?

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A irmã Cecilia, do carmelo argentino de Santa Fé, testemunhou seu amor a Cristo diante da cruz de um câncer de pulmão.

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A irmã Cecília, do carmelo de Santa Fé, na Argentina, sofreu de um câncer no pulmão. Como se diz em termos místicos, ela celebrou as núpcias na cruz com o Amado, dando imenso testemunho de amor, e, chamada por Deus, foi finalmente encontrar o seu Esposo face a face.

O carmelo de Santa Fé comunicou o falecimento da irmã Cecília com uma carta breve, mas profunda, aos membros da ordem e a todos os seus amigos:

Queridos irmãos, irmãs e amigos:

Jesus! Somente duas linhas para avisá-los de que a nossa queridíssima irmãzinha Cecília adormeceu suavemente no Senhor, depois de uma doença tão dolorosa vivida sempre com alegria e entrega ao seu Divino esposo. Enviamos a vocês todo o nosso carinho agradecido pelo apoio e pela oração durante todo este tempo tão doloroso, mas tão maravilhoso ao mesmo tempo. Acreditamos que ela voou diretamente para o céu, mas assim mesmo lhes pedimos que não deixem de oferecer por ela as suas orações, que ela, o céu, lhes pagará. Um grande abraço de suas irmãs de Santa Fé.

Fotos: página da Cúria Geral dos Carmelitas Descalços no Facebook

Fonte :Aleteia 

 

Quem não gosta de Madre Teresa, bom sujeito não é

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O comovente depoimento de um homem que decidiu largar tudo para dedicar sua vida a ajudar a Madre Teresa de Calcutá.

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Uma freira pequenina trabalhava como professora em uma escola católica, para meninas ricas. Até o dia em que, nas ruas de Calcutá, ela ouviu o clamor do Cristo sedento, faminto e doente. Após insistir, recebeu autorização para fundar uma nova ordem e, sozinha, deixou uma vida razoavelmente confortável e segura para viver entre os mais pobres dos pobres.